Psicodélica


Bar e Ética
Outubro 26, 2009, 1:06 pm
Arquivado em: Clave de Fá, Outros

Vamos, de um município a outro, carregando equipamento, se comprometendo com o tal compromisso profissional, chegando adiantados para podermos armar todo o equipamento no bar, esperamos bem umas duas ou três horas para esperar o tal do Lyoto Machida ganhar uma luta depois de apanhar nos cinco rounds para podermos começar a tocar, armamos o material e…

O cara manda a gente embora, por que tava tarde e queria fechar o bar.

Eu era contratado pela banda. Recebi minha grana de qualquer jeito – por que, ao contrário da maioria dos donos de bar, esse pessoal era sério – mas o pessoal não recebeu grana nenhuma. Não sei se o cara pagou posteriormente, mas me pergunto como pode esse cenário amadoristico se manter aqui em Belém, todo esse imenso desrespeito com uma classe trabalhadora como qualquer outra.

Ser músico obviamente é uma merda. Mas ser músico em Belém do Pará é, definitivamente, um castigo. Karmarrific!



Fazia tempo…
Agosto 20, 2009, 1:04 am
Arquivado em: Clave de Fá, Sarcasmo

Ao ouvir Icefire agorinha, me dei conta de algo: Fazia muito tempo que eu não ouvia essa música…

Tempos negros, amigos… Tempos amargos.



o direito de possuir guitarras
Abril 6, 2009, 2:30 pm
Arquivado em: Clave de Fá, Sarcasmo

Do genial “Harvey Birdman, Attorney at Law”:

Como eles poderiam ter previsto o baixo fretless?! Como!?



The Sea Song
Março 6, 2009, 5:25 am
Arquivado em: Clave de Fá

sea6

O oceano acena pra mim, em devaneios enquanto sentado no ônibus. Invade a minha mente, como a maré invade terra, floresta, casa, esquecendo limite ou fronteira. Me convida a um mergulho. Um daqueles que demoram bastante – do tipo na qual o mar seca antes de você sair dele. E ainda assim, tão poucas vezes eu vi o mar.

E por que ele é tão convidativo, então?

“Não é da minha conta”, sempre pensei – prefiro boiar, a deriva. Pat Metheny, por outro lado, deve-o saber. Fez uma das músicas mais belas que conheço e disse que era a música do mar. Acredito, acredito. Escuto e acho muito crível.

Dias desses, cansei de  esperar, tal qual uma caravela, que a brisa salina do mar me levasse para algum lugar (que nem sempre era bom, confesso). Aprendi os acordes cheios de líquens, as melodias lentas e graves sussurrando de dentro dos abismos infindaveis…. o ritmo que avançava como um monstro das profundezas.

E me perguntei mais uma vez então, por que é tão convidativo esse infinito azul da minha imaginação?

Só Metheney, eu e meu baixo sabemos.



Mais Piauí
Julho 3, 2008, 7:04 pm
Arquivado em: Clave de Fá, Turist Guy

Acabei de achar um videozinho malandro de um trecho de nossa apresentação no mato… digo, Piauí – justamente o trecho que eu mais gosto, veja bem. Nesse trecho da Suite Regional, os bailarinos rebolam, rebolam e juram que estão imitando uma canoa. uma canoa rebolante, se for o caso. Confiram:

E a canoa vai rebolando…

Quem descobrir o que, nesse remendo de audio, devia ser o solo de baixo, ganha um pirulito.



Folclore, Mato e Cachaça
Julho 1, 2008, 1:15 pm
Arquivado em: Clave de Fá, Review

Cachaça

Enquanto você, camarada, filho da abastada (e em processo de extinção) classe média brasileira está arrumando as malas para suas viagens com destinos a lugares frios onde as pessoas possuem mais consoantes que vogais em seus nomes, eu estive os últimos dias desbravando o Piauí no lombo de jumentos, que era movido a Mangueira, o Whisky brasileiro, manufaturado por duendes piauienses.

A desculpa que tinha para lá estar, era o Festival Folclórico Nacional de Folguedos do Piauí, que havia reunido grupos folclóricos de vários cantos do brasil, incluindo o meu. Portanto, com passagem paga, estadia garantida e alimentação fornecida, rumamos para o Piauí.

E poderia dizer algum poeta esquecido, que pela falta de talento ou de compreensão do público foi deixado a versar sozinho, em uma pequena casa à beira da estrada, que se achamos a vida injusta, é só por falta de mobilidade de pescoço, pois não conseguimos olhar para o lado daquele mais azarado e se alegrar com a própria sorte. O que quero dizer com isso é que simplesmente, dos cinco grupos paraenses que tomaram rumo à Folguedos, três foram assaltados, não sendo poupado nem figurino nem instrumento musical.

Ficamos num alojamento de padres, na extremidade da cidade de Teresina. Ficavamos lá a maior parte do dia e rumavos para Folguedos no fim do dia, para apresentações e conseqüente Forró, que por sinal é o Brega piauíense, a praga das rádios de lá.

Não há muito o que dizer da viagem. Foi divertido e instrutivo. E foi um preview do que virá em setembro pois estaremos indo para o México, terra do emigrantes e da tequila a 5 dolares. Estou com uma preguiça danada de escrever hoje, então ficamos por isso mesmo hoje.

=*



Gordos e Leptops
Maio 13, 2008, 3:47 pm
Arquivado em: Clave de Fá, Review

DJ gordo

Semana passada teve um workshop sobre produção músical com o Dj Raffa, através do porjeto “Eu Faço Cultura” do Senae. Seria lindo dizer que eu sou um super fã do cara e que eu acho o trabalho dele super inovador blábláblá, mas a verdade é que eu nunca tinha sequer ouvido falar no nome desse infeliz, e muito menos eu sabia deste curso até algumas horas antes da segunda e última aula do workshop começar.

Agradecimentos à namorada, que fez o favor de me comunicar algo que simplesmente deveria estar na boca de todos do ramo – e obviamente não estava. Na verdade, quase ninguém sabia da palestra, que foi apreciada por oito pessoas no segundo dia e, pelo que disseram, cerca de dez ou onze no primeiro. E maioria não fazia sequer idéia nem de onde plugar o P2 da guitarra.

Criticas sociais a parte, DJ raffa, um desses caras que ascenderam na vida através de muita fome (o que é difícil de crer, já que ele tem a forma física de quem nunca parou de comer), não se aprofundou muito no assunto sequer chegou às margens do que eu queria saber e, ainda assim, a palestra foi mais que interessante, com exemplos de plugins de audio de diferentes tipos, dicas de equalização entre outras coisas que, de tão básicas, me fazem enrubescer de vergonha por não sabe-las. Vivendo e aprendendo.

E, parte interessante, a palestra aconteceu na fundação Curro Velho, próximo ao Solamar, se é que essa espelunca ainda não desabou. Lá, para minha surpresa, eu descobri uma penca de cursos livre (e gratuitos) não só sobre dança ou pintura, mas sobre equalização de audio (turmas lotadas, pro meu azar), oficinas de canto coral e varios modulos para violão e canto. Prato cheio pra quem quer começar ou expandir horizontes.

Só tem o problema que o Curro Velho está instalado numa das áreas mais perigosas e violentas da cidade. Nada que alguns coqueteis molotovs não resolvam, portanto, não deixem de conferir a programação do Curro Velho, quem geralmente é renovada de dois em dois meses.



Sad, but True
Abril 18, 2008, 1:29 pm
Arquivado em: Clave de Fá, Sarcasmo

Pain Of Salvation

No site Gothtronic.com, eu li uma entrevista com o guitarrista do Pain of Salvation, Johan Hallgren. Entre muitas coisas legais que o guitarrista comentou, um pergunta em especial me chamou a atenção:

Can you live off your music?

Daniël can live off his music, but I still have a job. And I wouldn’t want it any other way. You see, I’m in this business for fun. I like making music, I like playing music, when I still have a job, my music is more of a hobby to me. Money is great though, no money, no honey (laughs). But seriously, if you’re really rich and you can buy everything you want, I think life would get boring. I mean, when you buy a 20 million dollar house in say, the south pacific, it’s just a house. It doesn’t mean anything. I think having more money will make your world smaller. Besides, you can’t hug a flatscreen TV, it’s too hard. Though with enough money, I think I could get a fluffy version. (laughs) With breasts!

Não são todos que dividirão essas dores comigo, mas veja bem: É apenas um hobby. E ele tem um emprego obscuro em algum lugar da Suécia. Isso entra na minha cabeça como um taco de golfe entraria no nariz de alguem. Como pode uma pessoa trabalhar na criação, gravação e ir para as turnês de um punhado de CD’s de Metal Progressivo FO-DI-DOS e ainda dizer que é só um hobby?! Só dá pra tirar uma conclusão disso:

Viver na Suécia é fácil demais.

(Assim como tocar rock progressivo)



Ney Conceição Reloaded
Janeiro 14, 2008, 3:03 pm
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E de novo Ney se apresenta em Belém. Seria até mesmo maçante tamanha freqüência do baixista em vir á cidade dos capôs amassados se não fosse pelo fato de ser O Ney. Sim, não me canso de chupar o saco pelancudo dessa divindade do baixo nacional e toda vez que ele vem aqui pra cidade é sempre um frisoooom todo.

Principalmente por causa das participações especiais, néam?

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A primeira pergunta que me surge na cabeça quando eu sei que o Ney vai soltar uns fraseados aqui pela cidade é a seguinte: Quem da panelinha vai surgir dentre os detritos para fazer uma (medíocre) participação especial com o Ney? Da ultima vez – leia-se “Cover Baixo” – o saxofonista chamado (um que de vez em quando toca com a Amazônia Jazz Band, creio) simplesmente errou 3 vezes na música “Resposta”, sendo que uma delas foi logo no inicio, o que rendeu o tradicional “Opa, vamos começar de novo”? Só orgulho mesmo.

A pergunta já ardia com o fogo da danação na minha mente – que fantasiava sobre aberrações como participações especialíssimas de Eloy Iglesias ou do lendááário baterista do Alm… e neste momento me ligam para ir ver a passagem de som no exuberante Teatro da Paz. É como botar o coiote dentro do galinheiro, mas pra que reclamar? Mp4 no bolso, Josquin Desprez na mente e um sorisso horrendo no rosto, caminhei até o teatro.

Assim que o pequeno Bacuri, filho da puta de primeira e baterista ocasional, me liberou o acesso para a câmara do teatro, eu já dei de cara com nada mais nada menos que o Kiko Freita socando uma bateria fodona genérica qualquer, como se tivesse 20 daquelas em casa. E deve ter mesmo.

Enquanto todos estavam hipnotizados pela bateria certeira do Kiko – que é tão reclamão quanto o seu homologo na “Villa Del Chavo” – eu estava a espreita para qualquer sinal daquele músico local com instrumento na costa, pronto para passar o som do seu instrumento de ponta comprado nas lojas de música do comércio. Eu PRECISAVA saber quem iria ser o amigão do Ney dessa vez.

Ora, até o momento só estava o Adriel no local com as condições supracitadas. Mas, orra, o Adriel não vale. O pequeno saxofonista – que possui Autismo e Ouvido Absoluto, vejam como Deus é um cara de humor ímpar – praticamente brota em qualquer lugar que esteja tocando jazz instrumental. Brota mais como uma erva daninha do que como uma rosa, pra ser sincero. Mas o que lhe falta na subtração, esbanja na improvisação.

Minha impaciência já estava no auge quando surgem – ah, que previsível – Babú e Adelbert Carneiro com seus baixos no palco. Ah, e a gente que fica imaginando tantas coisas, não é mesmo? Mas nada estava perdido, pois ainda havia uma esperança: Priamo Brandão rondava o palco, mas sem instrumento na costa. O baixista da Amazônia Jazz Band (já citada) sempre me deixou na duvida quanto à suas habilidades no contrabaixo elétrico. Seria um ótima oportunidade avalia-lo caso tocasse algo com o Ney.

Mas, pulemos agora essa parte, e vamos para o show propriamente dito. Muito pouco a se dizer do que vi da passagem de som dos baixistas. Posso adiantar pra vocês que, de fato, Priamo passou o som e iria tocar junto com os outros baixistas e que, a música que iriam tocar não podia ser menos criativa. Falaremos disso no devido tempo.

Quanto ao show, Ney entra sozinho no palco, tocando. As putas e viados deliram. Não lembro a ordem do repertorio, mas creio que tenha começado com a música do Richard Bona, “Te Misseya”, e percorreram clássicos como Mônica, Resposta, entre outras.

E tipo, gente, que era aquilo que o Ney tentava fazer no microfone? Tipo, tão fofinho ver o quão inseguro ele estava com aquele microfone na lata dele, quando ele tentava cantar os temas. Dava a impressão que ele estava com medo que o Kiko simplesmente se levantasse da bateria e gritasse “égua da merda, caraleo, para com isso” e arrancasse o microfone dele. Experiência própria, gente, eu sei identificar esse tipo de apreensão.

Mas acho que nada superou o trompetista. Tipo, gente, tem que estar muito inspirado para, no meio do show, dar aquela BALANÇADA no trompete, tal qual estivesse no banheiro com o próprio pinto, para tirar aquela gosminha espumante que se formou dentro do instrumento. “Aquilo é baba, Ribamar?” me pergunta Ulla. Eu não sabia o que dizer, mas eu realmente esperava que fosse. Outras possibilidades me assustavam, enquanto eu via uma pequena poça se formando aos pés do trompetista.

Lá pro final do show, chamaram um velhote gordo pra cantar “My Valentine” com o Ney tocando toda a harmonia no baixo (e fazendo o improviso mais lindo da noite, sem nenhum acompanhamento) e ai chamarão os “baixistas locais” para uma canjinha. Mas uma canja bem rala mesmo. Miojo style.

Isso porque simplesmente eles resolveram tocar a versão para 198 baixos do Ney de “Assum Preto” do Gonzaguinha. Problema? Nenhum, tirando que é uma peça que o Ney usa muito em seus workshops e que ele a fez de improviso numa masterclass no ES, se me recordo bem. E para aqueles que acompanham as vindas do Ney aqui à terra do sol eterno, mais satuarada que roteiro de novela das nove.

A impressão que fica é que os baixistas locais simplesmente imploraram por uma ponta para o Ney e este, por falta de paciência para escolher coisa mais trabalhosa, escolheu logo algo que já foi usado até o ponto da exaustão. E mesmo que não seja dessa forma, custava terem tocado algo um pouco diferente? Um Pat Metheny seria pedir demais?

Enfim, os quatro baixistas tocaram o tema e improvisaram. Ney foi o ney. Adalbert mais parecia eu improvisando que alguém que estudou até com o Patitucci – Jogando nota pelo ladrão, intenção de menos. Babu pareceu ter gostado do timbre de latão de fero-velho que tinha conseguido na passagem de som e deu uma avacalhadinha no botão dos agudos do contrabaixo (e dane-se a diferenciação de timbres, lixo é lixo). Agooora, quanto ao pequeno Priamo, tudo se resume a essa conversa nos bastidores:

- Orra, Bacuri, nunca vais ser o Kiko, né? Sabes disso.

- Tanto faz, mas olha ai o teu destino – Enquanto apontava para Babu e Adalbert

- Ah, ser um Adalbert da vida até que vá lá, dá pra agüentar. Priamo Way of Playng que não daria pra agüentar…

- Ah, verdade, né? Priamo nem pensar, huh?

- Nem pensar.

O show terminou com “Chuvas de Belém”, melhor música da noite, lindos arranjos e um tema que me lembrou da chuva que eu tomei dia desses enquanto eu tava com 40º de febre.

É claro que essa linda música foi o Bis da noite, mas o tédio da audiência já era tanta que eles mal tinha esperado o retorno dos músicos. Já estavam era saindo mesmo. Eu até cheguei a ouvir uns suspiros de infelicidade pela platéia quando Ney anunciou mais uma música.

Pior que uma platéia despreparada, só uma platéia despreparada E mal-educada. Meu camarote foi um exemplo de ambos. Cada câmara, muitos sabem, tem lotação máxima de 6 pessoas. Que surpresa a minha quando vejo a minha câmara ocupada por 8.

Simplesmente dois daqueles que já ocupavam o camarote tinham ingressos da platéia, mas devem ter errado o caminho e inocentemente entraram num camarote. Após a expulsão de dois dos 4 camaradas inocentes, pudemos curtir o show sem muito estresse.

Claro, até os dois restantes começarem a achar o show um tédio e tentarem dormir na bancada do camarote dentre outros sinais irritantes de que ele queria era estar no Forró do Sitio. Gente, eu juro que se ele tivesse pedido, eu pagava um táxi, mas por favor, não encha a minha paciência com o sue descaso para um show lindo desses.

Será que é para parecer bonito, por achar que quem vai no teatro é mais inteligente que os outros? O que leva tanta gente que gosta tanto de jazz quanto eu gosto de frieiras a irem a um teatro assistir um baixista que eles nunca ouviram falar? Nem devem saber o que é um baixo, peloamordedeus.

Mas tirando todo essa irritação, o show foi muito bom, e morram de inveja, pois agora eu sou o único motorista de Belém licenciado pelo maior especialista em altas velocidades deste lado da selva:

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O próprio Ney.



Projetos
Dezembro 10, 2007, 2:11 pm
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Tempos de renovação músical, meu colegas.

 

 

Essa balburdia ai em cima é uma pequena composição minha – chamada por enquanto de “We’re The Tomorrow World” – feita para o meu pequeno trio de música experimental. Voz, bateria e baixo somente. Um tanto ambicioso, sim. Praticamente um suicidio quando o assunto é público, mas tentar não custa – e falhar não é vergonha.

Com o continuo descaso com o projeto Stella Deus pelos integrantes, creio que eu acabarei investindo mais em projetos menores – não em embição, mas sim em número de pessoas envolvidas. Se existe uma coisa que eu tenho notado nas bandas daqui do norte – e na minha própria experiência com elas – é que, quanto maior a complexidade da proposta, maior é a chance da coisa desandar caso o numero de integrantes seja muito grande.

 

E, guiado por esse pensamento, tenho direcionado meus esforços para bandas com um numero reduzido de integrantes, para maximizar não só cada instrumentista e aumentar o leque de sonoridades que se extrai de cada instrumento, mas também para reduzir o efeito triste que o amadorismo músical paraense exerce sobre cada nova geração de músicos.

 

E dessa forma, a provisoriamente nomeada “Deus Project” (por motivos óbvios) começou, muito nos barrancos, a tentar criar algo solido a partir de Contrabaixo e bateria – apoiado por outros intrumentos de palco, executados em boa parte por min e pelo baterista, Emannuel, vulgo BACURI.

 

E rezemos para não dar merda. Assim que existir algum material, ponho aqui para o deleite geral.